QUALEA TRIO

Ricardo Freire, Clarineta    Sonia Ray, Contrabaixo    Werner Aguiar, Violão

ENTRADA FRANCA


Não haverá cobrança de ingressos na turnê. Porém, o sistema de “ingresso parceria” estará funcionando. Nele você paga “quanto puder” ou “quanto achar que vale” cadastrando-se no Projeto VIDA COM MÚSICA na recepção de cada local de concerto ou diretamente no link VIDA COM MÚSICA acima!

Viver com música é melhor!

Apoie essa ideia!

O Qualea Trio foi formado em maio de 2017, para um concerto em Paris que resultou numa experiência pessoalmente e musicalmente rica. Desde então, o trio tem se dedicado a preparar obras de compositores brasileiros dedicadas ao grupo e elaborado arranjos de música brasileira clássica e popular. O nome ‘Qualea’ foi inspirado na árvore homônima típica do Cerrado brasileiro, onde atuam os três membros do Trio. Esta árvore cresce até tamanhos gigantescos mesmo em solos arenosos e pouco férteis, além de dar lindas flores coloridas. O contorno de sua flor compõe a logomarca do Trio.

 

Qualea Trio was formed on May 2017 for a concert in Paris that resulted in a personally and musically rich experience.  Since all three players have passion for both, contemporary music and Brazilian music, they have commissioned new pieces for Brazilian composers as well as arranged both classical and popular Brazilian music. The name ‘Qualea’ was inspired in flower from a homonymous tree, typical from Central Brazil, where all members of the trio are located. This tree grows up to gigantic sizes even in sandy and non-productive soil and give beautiful flowers, whose contour of the trio’s logo.

Sonia Ray

Sonia Ray é professora Titular da Universidade Federal de Goiás em Goiânia, onde leciona contrabaixo. Possui graduação em Composição e Regência pelo Instituto de Artes da Unesp (SP, 1993), Mestrado (1996) e Doutorado (1998) em Performance e Pedagogia do Contrabaixo, ambos na University of Iowa, EUA. Apresenta-se regularmente em performances ao contrabaixo priorizando o repertório contemporâneo para o instrumento. É artista convidada da International Society of Bassists desde 1993. Concluiu 2 estágios de Pós-doutoramento sendo um na University of North Texas (2008) e outro na Universitè Paris VIII, França (2016-2017). Foi Presidente da ANPPOM - Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (Gestão 2007-2011). É sócia-fundadora da ABCM-Associação Brasileira de Cognição e Artes Musicais, da ABRAPEM - Associação Brasileira de Performance Musical e da ABC-Associação Brasileira de Contrabaixistas. É criadora da Revista Música Hodie (Qualis A1) e presidiu seu Conselho Editorial de 2001 a 2016).

Ricardo Freire

Ricardo Freire possui Licenciatura em Música pela Universidade de Brasília (1992), Bacharelado em Música pela Universidade de Brasília (1991), Master of Music - Michigan State University (1994) e Doctoral In Musical Arts - Michigan State University (2000). Atualmente é presidente da Associação Brasileira de Clarinetistas e professor Associado da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Música, com ênfase em Performance Musical. Suas pesquisas estão concentradas nos seguintes temas: performance da clarineta, performance musical e cognição, teoria musical e educação musical.

Werner Aguiar

Werner Aguiar é professor associado de violão da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia, desde 2006 onde leciona Filosofia da Música, Laboratório de Técnica Violonística, Música de Câmara e Poética da Interpretação Musical nos cursos de graduação e pós-graduação em música. Lecionou também na Escola de Música da UFRN, Natal/RN onde coordenou a implantação dos cursos de bacharelado, licenciatura e técnico em música. É Bacharel e Mestre em Música (Violão) e Doutor em Poética pela UFRJ. Sua participação em eventos artísticos inclui apresentações em diversas cidades brasileiras assim como dos EUA, França, Noruega, Turquia e Portugal em apresentações solo, com o QUALEA TRIO e com o DUO POIÉSIS (Canto e Violão com a soprano Danielle Dumont). Sua pesquisa se relaciona ao seu instrumento a partir do enfoque da poética da interpretação musical, isto é, a criatividade do intérprete e sua co-participação na origem e realização/experiência da obra de arte.

Please reload

© 2018 LPCM-UFG.

IMG_3014[1]